Entre as muitas riquezas dos Açores, a gastronomia ocupa um lugar especial, refletindo a tradição e identidade açoriana. No coração da ilha de São Miguel, na freguesia da Maia, surge a Terras do Chá, uma marca dedicada a preservar e valorizar receitas ancestrais, transformando ingredientes locais em iguarias autênticas que contam a história da comunidade.

História da Terras do Chá
Criada em 2021 pela Casa do Povo da Maia, uma instituição de solidariedade social, a Terras do Chá nasceu com o objetivo de preservar a cultura e tradição gastronómica da zona oriental do concelho da Ribeira Grande.
O projeto iniciou-se com um grupo de trabalho dedicado a recolher receitas ancestrais, com o apoio técnico da Escola de Formação Turística e Hoteleira de Ponta Delgada (EFTH), garantindo a qualidade e autencidade das iguarias produzidas.
A marca é certificada pelo selo CORES, que reconhece o compromisso com a economia solidária, e atualmente emprega nove colaboradores, apoiando indiretamente diversas microempresas locais.
Produtos da Terras do Chá

A Terras do Chá dedica-se à produção de iguarias feitas com ingredientes frescos e naturais, provenientes de produtores locais. Entre os ingredientes utilizados destacam-se ovos, abóbora, figo, uva, mel, pimenta e o icônico chá Gorreana, da mais antiga plantacão de chá da Europa.
Os produtos são livres de corantes e conservantes artificiais, respeitando a tradição e promovendo a sustentabilidade.
Doçaria Tradicional
A marca oferece uma vasta seleção de queijadas artesanais, que representam a riqueza gastronómica da Maia:
- Queijadas de Queijo de Cabra
- Queijadas de Abóbora
- Queijadas de Batata-doce
- Queijadas de Pimenta da Terra
- Queijadas de Uva
- Queijadas de Mel
- Queijadas de Chá Gorreana
- Queijadas de Figo
Cada produto é feito com receitas tradicionais, transmitidas de geração em geração, refletindo o patrimônio gastronómico da região.
A Incubadora Cultural – Uma Nova Vida na Antiga Escola
O projeto Terras do Chá está sediado na antiga escola primária da Lombinha da Maia, um edifício histórico do período do Estado Novo.
Esta estrutura foi transformada numa incubadora cultural, combinando tradição, cultura e inovação num espaço único.




